Paciente Eugénia: um caso em psicoterapia de solidão existencial inexplicável

Paciente Eugénia: um caso em psicoterapia de solidão existencial inexplicável

Paciente Eugénia: um caso em psicoterapia de solidão existencial inexplicável 1245 700 Ana Monção

Paciente Eugénia:

um caso em psicoterapia de solidão existencial inexplicável

Um dia uma jovem de 23 anos, brilhante, bem falante, otimista e aparentemente feliz, enquanto caminhava pelas ruas de Nova York, sentiu-se atormentada por uma súbita solidão existencial e uma consciência da morte que a ficou a assombrar daí em diante.

Atingida fortemente por esta aparentemente inexplicável “angústia existencial”, chega à terapia com queixas de ansiedade e uma sensação de insignificância que estão a dificultar o seu dia-a-dia. “Eu sinto que percebi algo que não pode ser ignorado…. simplesmente não encontro a razão para isto, ”revela a Yalom, su psicoterapeuta.

Por meio de trechos do decurso de terapia de 9 sessões, vemos Yalom lutar para entender esse “início repentino” de ansiedade da morte, principalmente porque nas primeiras sessões Eugénia afirma ter tido uma infância perfeitamente feliz e nunca ter lutado muito até à sua viagem para Nova York.

Com calor e franqueza – e comentários detalhados de bastidore que descrevem os seus pensamentos e intervenções – vemos Yalom lentamente desvendar o mistério do problema de Eugenia e a dor reprimida que a levou a procurá-lo.

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